Todas as apresentações serão
realizadas no AUDITÓRIO, nas SALAS DE ESTUDOS Nº 01 E Nº 02 do CEAMAZON, a
partir dos horários a seguir:
|
|||
Data de Apresentação: 07/07/2016
Horário: de 14 as 18 h.
Local: Auditório
do CEAMAZON
Mediadores: Christian Nunes da Silva e
Ricardo Ângelo Pereira de Lima
Apoio: Clicia Santos e Hugo Pinon
|
|||
Nº
|
TÍTULO DO TRABALHO
|
AUTORES
|
HORÁRIO PROVÁVEL
|
01
|
A UTILIZAÇÃO DE JOGOS COMO FACILITADOR DO PROCESSO DE ENSINO DA
CARTOGRAFIA NO SEXTO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
|
ALCIONE SOUZA SANTOS; ELISSON FERNANDO SILVA DE SOUZA; FRANCISCO ALLAN
ARAÚJO DE OLIVEIRA; JOSÉ RANIERI ALVES DA FONSECA
|
14:00 as 14:15
|
02
|
EDUCAÇÃO AMBIENTAL: DESAFIOS E PERSPECTIVAS
|
ALEXANDRE NASCIMENTO DA SILVA; AUGUSTO CEZAR SOUZA MELO; DANILO
FERREIRA SODRÉ
|
14:15 as 14:30
|
03
|
MORFOLOGIA E INDICADORES DINÂMICOS DA ORLA DO AREIÃO, ILHA DE
MOSQUEIRO, BELÉM-PA DE
|
LAISE DA COSTA COELHO; CARMENA FERREIRA DE FRANÇA
|
14:30 as 14:45
|
04
|
INDICADORES
DINÂMICOS DA ORLA DO BISPO, ILHA DE MOSQUEIRO, BELÉM-PA
|
RHUAN RODRIGO PEREIRA E SILVA; CARMENA FERREIRA DE FRANÇA
|
14:45 as 15:00
|
05
|
ESTUDO
GEOGRÁFICO COM ÊNFASE EM GEOMORFOLOGIA URBANA: BAIRRO DE SÃO BRÁS
|
ROSANA AMORIM COELHO; CARMENA FERREIRA DE FRANÇA
|
15:00 as 15:15
|
06
|
INDICADORES
DE EROSÃO NA ORLA DO MARAÚ – ILHA DE MOSQUEIRO, BELEM-PA
|
SILVIA CAROLINE RIBEIRO NEVES; CARMENA FERREIRA DE FRANÇA
|
15:15 as 15:30
|
07
|
A COMPREENSÃO DA PAISAGEM DA ILHA DE COTIJUBA PARA O ENSINO DA
BIOGEOGRAFIA
|
CHIRLENO CUNHA MODESTO; DENILSON GOMES DA SILVA; JUNIELSON COSTA LEMOS
PORTILHO; RENATO DE LIMA ALVES
|
15:30 as 15:45
|
08
|
TERRITORIALIDADE E MODO DE VIDA DOS PESCADORES DA BAIA DE ACHADA PONTA
(CABO VERDE: SANTA CRUZ)
|
HENRIQUE DA LUZ SILVA MONTEIRO
|
15:45 as 16:00
|
09
|
ANÁLISE SÓCIO TERRITORIAL
DA PESCA ARTESANAL NO MUNICÍPIO DE SÃO CAETANO DE ODIVELAS
|
GRACILENE DE CASTRO
FERREIRA
|
16:00 as 16:15
|
10
|
PRÁTICA DE ENSINO EM CARTOGRAFIA COM A UTILIZAÇÃO DO GOOGLE EARTH:
NOVOS RUMOS PARA A EDUCAÇÃO AMBIENTAL
|
ELIZEU BARROS GAIA; IVANIRA FAVACHO DOS REIS; PAULA NAZARÉ NATIVIDADE
RIBEIRO; FRANCISCO DE ASSIS CRUZ MELO
|
16:15 as 16:30
|
11
|
O USO DAS TECNOLOGIAS NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA
GEOGRAFIA: A UTILIZAÇÃO DO CELULAR EM SALA DE AULA COMO RECURSO PEDAGÓGICO
PARA A EDUCAÇÃO AMBIENTAL
|
TÂNIA DO SOCORRO ALBARADO MIRANDA, CYNTHIA THAIS DE MELO MOIA,
JUNIELSON COSTA LEMOS PORTILHO, ALEXANDRE ANJOS DE SOUZA, FRANCISCO DE ASSIS
CRUZ MELO
|
16:30 as 16:45
|
12
|
TERRITÓRIOS
E TERRITORIALIDADES NA PESCA ARTESANAL NA AMAZÔNIA PARAENSE: APORTES PARA UMA
DISCUSSÃO
|
HUGO PINON DE SOUSA; THIAGO MACIEL VILHENA; JOANDRESON BARRA LIMA;
MARCUS VINICIUS PINHEIRO DA SILVA
|
16:45 as 17:00
|
13
|
MAPEAMENTO
PARTICIPATIVO E O USO TERRITÓRIO NA COMUNIDADE AMAZÔNICA DO ACARAQUI
(ABAETETUBA-PA)
|
THIAGO MACIEL VILHENA; HUGO PINON DE SOUSA;
JOANDRESON BARRA LIMA; MARCUS VINICIUS PINHEIRO DA SILVA
|
17:00 as 17:15
|
Data de Apresentação: 07/07/2016
Horário: de 14 as 18 h.
Local: Sala de
Atividades 01 do CEAMAZON
Mediadores: José Antônio Herrera e Wellington de Pinho Alvarez
Apoio: Joandreson Barra e Thiago Vilhena
|
|||
Nº
|
TÍTULO DO TRABALHO
|
AUTORES
|
HORÁRIO PROVÁVEL
|
01
|
QUESTÃO DE POSSE E USO DA TERRA NA REGIÃO DE INTEGRAÇÃO DO ARAGUAIA:
FORMAÇÃO, OCUPAÇÃO E ECONOMIA DO SUDESTE PARAENSE
|
ALEXANDRE PATRÍCIO SILVA BARROS; ALINE CRISTINA JACOB DE AZEVEDO; EMILY
REGINA SIQUEIRA DIAS; TAYNÁ CRISTINY NUNES FLEXA RODRIGUES
|
14:00 as 14:15
|
02
|
MODELAGEM HIDROLOGICA PARA A GESTAO DE APPS NO MUNICIPIO DE
PARAGOMINAS/PA
|
GUSTAVO MARTINEZ PIMENTEL; RENÉ POCCARD-CHAPUIS
|
14:15 as 14:30
|
03
|
DESCONTINUIDADES E INJUSTIÇAS: LEITURA CRITICA SOBRE OS PROJETOS
HIDRELÉTRICOS NA AMAZÔNIA
|
ELAÍNA MONTEIRO FERREIRA CUNHA
|
14:30 as 14:45
|
04
|
PARA UMA ANALISE DA TEORIA DO ESPAÇO SOCIAL NAS OBRAS DE JOSUÉ DE
CASTRO
|
JAKELINE ALMEIDA BRITO
|
14:45 as 15:00
|
05
|
O CONCEITO DE CAMPONÊS NA OBRA DE JOSÉ DE SOUZA MARTINS
|
JOÃO SANTOS NAHUM; HERBERT LUIS SOUZA
|
15:00 as 15:15
|
06
|
DO DESENVOLVIMENTO GEOGRÁFICO DESIGUAL À CONSTRUÇÃO DA USINA
HIDROELÉTRICA BELO MONTE, UMA TRAJETÓRIA DE DESCASO, CONFLITOS E INTERESSES
TERRITORIAIS (1975-2011)
|
RODOLFO PRAGANA MOREIRA; JOSÉ ANTÔNIO HERRERA; DARLENE COSTA DA SILVA
|
15:15 as 15:30
|
07
|
INDICADORES DE DINÂMICA COSTEIRA DA PARTE OCIDENTAL DA ILHA DE
MOSQUEIRO, BELÉM-PA: COSTA DE SÃO FRANCISCO
|
ANA MARCELA ALVES DOS SANTOS; CARMENA FERREIRA DE FRANÇA
|
15:30 as 15:45
|
08
|
CONSIDERAÇÕES SOBRE OS IMPACTOS DA INSTALAÇÃO DA UHE BELO MONTE NA
PESCA ARTESANAL NO MÉDIO RIO XINGU, ALTAMIRA-PA
|
VICKA DE NAZARÉ MAGALHÃES MARINHO
|
15:45 as 16:00
|
09
|
ANÁLISE MORFOLÓGICA DO BAIRRO DO MARCO, BELÉM-PA
|
GISELLE DOS SANTOS TEIXEIRA; CARMENA FERREIRA DE FRANÇA
|
16:00 as 16:15
|
10
|
CARACTERIZAÇÃO MORFOLÓGICA E DINÂMICA DA ORLA GRANDE, ILHA DE
MOSQUEIRO, BELÉM-PA
|
JOSÉ LUÍZ DO AMARAL FERREIRA JÚNIOR; CARMENA FERREIRA DE FRANÇA
|
16:15 as 16:30
|
11
|
REPRESENTAÇÃO ESPACIAL E OS
CONFLITOS TERRITORIAIS NA AMAZÔNIA: LÓGICA DE MUDANÇA, VETOR DE
DESORGANIZAÇÃO NO REORDENAMENTO SOCIOESPACIAL IMPOSTO NO PROJETO DE
REQUALIFICAÇÃO URBANA EM ALTAMIRA
|
WELLINGTON DE PINHO ALVAREZ; CESAR PEREIRA DA SILVA
|
16:30 as 16:45
|
12
|
MINERAÇÃO E ÍNDICES DE
DESENVOLVIMENTO HUMANO NA AMAZÔNIA PARAENSE: O CASO DE BARCARENA
|
JOANDRESON BARRA LIMA; MARCUS VINICIUS PINHEIRO DA SILVA; THIAGO MACIEL
VILHENA; HUGO PINON DE SOUSA
|
16:45 as 17:00
|
13
|
MINERAÇÃO E GESTÃO DO
TERRITÓRIO EM PARAGOMINAS-PA
|
MARCUS VINICIUS PINHEIRO DA SILVA; JOANDRESON BARRA LIMA; THIAGO MACIEL
VILHENA; HUGO PINON DE SOUSA
|
17:00 as 17:15
|
Data de Apresentação: 07/07/2016
Horário: de 14 as 18 h.
Local: Sala de
Atividades 02 do CEAMAZON
Mediadores: Clay Anderson Nunes Chagas e
Jovenildo Cardoso Rodrigues
Apoio: Odair Aragão Alves e Geovani Farias
|
|||
Nº
|
TÍTULO DO TRABALHO
|
AUTORES
|
HORÁRIO PROVÁVEL
|
01
|
MEMÓRIA, RESISTÊNCIA E USO DA TERRA: PERCURSOS PELA
VILA DE CORCOVADO (MARAJÓ-PA)
|
VIVIANNE NUNES
DA SILVA CAETANO
|
14:00 as 14:15
|
02
|
URBANIZAÇÃO, VIOLÊNCIA E INSEGURANÇA NO DISTRITO DE ICOARACI EM BELÉM-PA,
|
MARCELLE PERES DA SILVA
|
14:15 as 14:30
|
03
|
ROÇAS A PARTIR DO REAPROVEITAMENTO DE MATAS SECUNDÁRIAS: UM ENSAIO
SOBRE O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA FLONA DE CAXIUÃNA
|
GEOVANI GONCALVES FARIAS; ODAIR JOSÉ ARAGÃO ALVES; EDINAEL PINHEIRO DA
SILVA
|
14:30 as 14:45
|
04
|
ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E CRIMINALIDADE NA CIDADE DA PRAIA,
CABO-VERDE
|
GILSON BENTO CORREIA; CLAY ANDERSON NUNES CHAGAS; CARLOS TAVARES
|
14:45 as 15:00
|
05
|
GEOGRAFIA DO CRIME: UMA ANÁLISE ESPACIAL SOBRE A CRIMINALIDADE NO
BAIRRO DO JADERLÂNDIA - CASTANHAL-PA
|
GUILHERME CEZAR SOUSA VIEIRA; SERGIO LIMA DA SILVA JUNIOR; FABIANE
NOLETO DA SILVA; JULIANA MACIEL DA SILVA; CLAY ANDERSON NUNES CHAGAS
|
15:00 as 15:15
|
06
|
OS DESCAMINHOS DAS FAMILIAS DA COMUNIDADE BABAQUARA DIANTE DO ESTRANHO
|
DARLENE COSTA DA SILVA; JOSÉ ANTÔNIO HERRERA; ISA ALENCAR
|
15:15 as 15:30
|
07
|
DO TERRITÓRIO ANALÍTICO AO TERRITÓRIO COMO CATEGORIA DA PRÁTICA: AS
MULTIPLAS TERRITORIALIDADES DA VIOLÊNCIA E OS HOMICIDIOS NA 4º E 5º AISP’S,
BELÉM- PARÁ
|
DENISE CARLA MELO VIEIRA; RAFAEL HENRIQUE MAIA BORGES; CLICIA DA SILVA
SANTOS; CLAY ANDERSON NUNES CHAGAS;
|
15:30 as 15:45
|
08
|
O LIXO EM PERSPECTIVA NA CIDADE DE BELÉM-PA: ANÁLISE DA DISPOSIÇÃO DO
LIXO NO ATERRO SANITÁRIO EM MARITUBA-PA
|
DIEGO DA SILVA PINHEIRO; JUCELINO DOS SANTOS VENTURA; PAULO IGOR
FERREIRA MORGADO
|
15:45 as 16:00
|
09
|
EXPLORAÇÃO, CONFLITOS E MONOPÓLIOS NA AMAZÔNIA
|
EDSON SANTOS; FLAVIA CAVALHEIRO PEREIRA; JÉSSICA LOANE LIMA DA COSTA;
SILVANIA MATOS DE LIMA
|
16:00 as 16:15
|
10
|
O TERRITÓRIO QUILOMBOLA DE ARAQUEMBAUA: TITULAÇÃO, MUDANÇAS E
PERMANÊNCIAS
|
CARLA JOELMA DE OLIVEIRA LOPES
|
16:15 as 16:30
|
11
|
TENSÕES TERRITORIAIS: O
ENCONTRO E OS CONFLITOS NA ALDEIA DOS
TEMBÉS TURÉ MARIQUITA EM TOMÉ- AÇU.
|
JOÃO PAULO CARNEIRO THURY; ÉRIKA RENATA FARIAS RIBEIRO
|
16:30 as 16:45
|
12
|
TERRITORIALIDADES DA
VIOLÊNCIA URBANA: TEMPORALIDADE E ESPAÇOS DOS HOMICÍDIOS NAS ÁREAS DA 7ª E 9ª
AISP
|
JULIANA MACIEL DA SILVA; GUILHERME CÉZAR SOUSA VIEIRA; SÉRGIO LIMA DA
SILVA JUNIOR; CLAY ANDERSON NUNES CHAGAS
|
16:45 as 17:00
|
13
|
A PRODUÇÃO DESIGUAL DO
ESPAÇO URBANO AO TERRITÓRIO DA VIOLÊNCIA: UMA ANÁLISE SOBRE OS HOMICÍDIOS NO
BAIRRO DE JADERLÂNDIA, CASTANHAL-PA, 2014-2015
|
SÉRGIO LIMA DA SILVA JÚNIOR; GUILHERME CEZAR SOUSA VIEIRA; FABIANE
NOLETO DA SILVA; CARLOS JORGE NOGUEIRA CASTRO; JULIANA MACIEL DA SILVA
|
17:00 as 17:15
|
Data de Apresentação: 08/07/2016
Horário: de 14 as 18 h.
Local: Auditório
do CEAMAZON
Mediadores: Christian Nunes da Silva e
Ricardo Ângelo Pereira de Lima
Apoio: Clicia Santos e Hugo Pinon
|
|||
Nº
|
TÍTULO DO TRABALHO
|
AUTORES
|
HORÁRIO PROVÁVEL
|
01
|
MORFOMETRIA E MORFOGRAFIA DOS BAIRROS DA CAMPINA, REDUTO E UMARIZAL,
BELÉM-PA
|
CARLOS JOSÉ GONÇALVES DA GAMA JUNIOR; JULIANA SILVA E SILVA; ORLEANS DE
OLIVEIRA FARIAS; CARMENA FERREIRA DE FRANÇA
|
14:00 as 14:15
|
02
|
DINÂMICAS TERRITORIAIS E
PRODUÇÃO DO ESPAÇO NO MUNICÍPIO DE CANAÃ DOS CARAJÁS ANTES E DEPOIS DA
CHEGADA DA MINERAÇÃO
|
LUANA COSTA FARIA
|
14:15 as 14:30
|
03
|
O CONCEITO DE TERRITÓRIO E
LUGAR PARA COMUNIDADES QUILOMBOLAS “ÁFRICA E LARANJITUBA”
|
CARLOS ALLAN MADUREIRA CRUZ
|
14:30 as 14:45
|
04
|
OS IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS
EM CUROS D’ÁGUA NA AMAZÔNIA: O CASO DO IGARAPÉ SANTO ANTÔNIO – PA
|
LARESSA BENTES; SABRINA
LEAL
|
14:45 as 15:00
|
05
|
ESTUDO SOBRE O LIXÃO NA
CIDADE DE VIGIA-PA E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O MEIO AMBIENTE E A SOCIEDADE.
|
BEATRIZ CRISTINA SILVA
SANTOS
|
15:00 as 15:15
|
06
|
O RESULTADO DAS POLÍTICAS
PUBLICAS NO TERRITÓRIO DO DENDÊ NA MICROREGIÃO DE TOMÉ- AÇU
|
HALESSA DULCE PAIXÃO
BATISTA; LEONAM MONTEIRO GOMES
|
15:15 as 15:30
|
07
|
A DINÂMICA DO TRÁFICO DE
DROGAS NO BAIRRO DA CABANAGEM: AS FORMAS DE APROPRIAÇÃO DO TERRITÓRIO COMO
ELEMENTO DE SUSTENTAÇÃO DAS TERRITORIALIDADES DOS TRAFICANTES.
|
CARLOS ALLAN MADUREIRA
CRUZ; ANTONIO CLEISON DE SOUZA COSTA
|
15:30 as 15:45
|
08
|
DA ANTIGA ESTRADA DE FERRO
BELÉM-BRAGANÇA À FORMAÇÃO DA REDE URBANA NO NORDESTE PARAENSE- PA.
|
DENISE CARLA MELO VIEIRA;
GABRIEL CARVALHO DA SILVA LEITE; RAFAEL HENRIQUE MAIA BORGES; CLICIA DA SILVA
SANTOS
|
15:45 as 16:00
|
Data de Apresentação: 08/07/2016
Horário: de 14 as 18 h.
Local: Sala de
Atividades 01 do CEAMAZON
Mediadores: João Marcio Palheta da Silva e
Jovenildo Cardoso Rodrigues
Apoio: Joandreson Barra e Thiago Vilhena
|
|||
01
|
A INTERAÇAO SOCIOCULTURAL ENTRE MORADORES E A MICROBACIA DOS IGARAPÉS
AÇAIZAL E GABRIEL EM SÃO DOMINGOS DO ARAGUAIA-PA
|
NILENE FERREIRA CARDOSO SOUZA; VALTEY MARTINS DE SOUZA; ANDREA HENTZ DE
MELLO
|
14:00 as 14:15
|
02
|
INDICADORES DE DINÂMICA COSTEIRA DA PARTE OCIDENTAL DA ILHA DE
MOSQUEIRO, BELÉM- PA: ORLA DE CARANANDUBA
|
CARLA MARIA SIQUEIRA COSTA; CARMENA FERREIRA DE FRANÇA
|
14:15 as 14:30
|
03
|
O USO DA MÚSICA COMO
RECURSO DIDATICO NO ENSINO FUNDAMENTAL II VOLTADA PARA O MEIO AMBIENTE
AMAZÔNICO
|
FÁBIO CHAVES MADUREIRA;
SUANNE DE SOUSA DA LUZ
|
14:30 as 14:45
|
04
|
ESPAÇO URBANO E O
TERRITÓRIO DA VIOLÊNCIA: UMA LEITURA GEOGRÁFICA DOS ÍNDICES DE HOMÍCIDIOS NO
BAIRRO DO PAAR EM ANANINDEUA- PARÁ, NOS ANOS DE 2014 E 2015.
|
RAFAEL HENRIQUE MAIA
BORGES; DENISE CARLA MELO VIEIRA; CLAY ANDERSON NUNESCHAGAS; CARLOS JORGE
NOGUEIRA DE CASTRO
|
14:45 as 15:00
|
05
|
A SEGREGAÇÃO URBANA, A PARTIR DO SETOR IMOBILIÁRIO NA AVENIDA
GOVERNADOR HÉLIO GUEIROS EM ANANINDEUA (PA)
|
ANTONIO MARAUDI AZEVEDO DE JESUS; CYNTHIA THAIS DE MELO MOIA; JUNIELSON
COSTA LEMOS PORTILHO; LUZIA SOUSA FERREIRA
|
15:00 as 15:15
|
06
|
TERRITÓRIO,
TERRITORIALIZAÇÃO E TERRITÓRIOS DA VIOLÊNCIA NOS BAIRROS DO GUAMÁ E TERRA
FIRME. BELÉM-PA.
|
LORENA DE LIMA SANCHES
SANTANA
|
15:15 as 15:30
|
07
|
AGRICULTURA PERIURBANA: UM
OLHAR SOBRE AS PRÁTICAS RURAIS E ESTRATÉGIAS COMERCIAIS DA COMUNIDADE DO
CURUÇAMBÁ
|
YOHANE FIGUEIRA HONDA;
SÉRGIO CASTRO GOMES; MÁRIO VASCONCELLOS SOBRINHO
|
15:30 as 15:45
|
08
|
AS QUEBRADEIRAS DE COCO BABAÇU NO
MUNICÍPIO DE SÃO DOMINGOS DO ARAGUAIA, PARÁ
|
VALTEY MARTINS DE SOUZA;
ANDRÉA HENTZ DE MELLO
|
15:45 as 16:00
|
sábado, 2 de julho de 2016
PROGRAMAÇÃO DAS APRESENTAÇÕES DOS TRABALHOS: I CICLO DE PALESTRAS E DEBATES DO GAPTA 06 a 08 de Julho – 2016 (UFPA/BELÉM-Pará)
Postado por
Grupo Acadêmico Produção do Território e Meio Ambiente na Amazônia - GAPTA
às
15:04
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terça-feira, 8 de março de 2016
I CICLO DE PALESTRAS E DEBATES DO GAPTA - 06 a 08 de Julho de 2016
APRESENTAÇÃO:
O Grupo Acadêmico
Produção do Território e Meio Ambiente na Amazônia - GAPTA tem como
objetivo unir alunos da graduação e da pós-graduação (alunos do curso de
Mestrado em Geografia da UFPA e outras áreas afins), assim como, o intercâmbio
com outros pesquisadores em universidades no Pará, no Brasil e no exterior, com
intuito de contribuir com as análises sobre a dinâmica territorial do
desenvolvimento, questões referentes ao meio ambiente amazônico e a gestão
territorial urbana e rural na Região Amazônica, produzindo reflexões que possam
contribuir com o avanço do conhecimento dentro das ciências humanas,
especialmente da Geografia, e outras áreas do conhecimento.
Nesse sentido, o GAPTA apresenta o I CICLO DE PALESTRAS E DEBATES DO GAPTA,
que objetiva reunir e debater questões de interesse do GAPTA e que foram fruto
de pesquisas de seus pesquisadores e discentes nos últimos anos. A proposta
busca um diálogo e a divulgação das pesquisas, como forma de contribuir com a produção
científica e a qualificação do debate da Geografia Paraense.
Serão emitidos
certificados de participação/ouvinte e apresentação de trabalhos. A organização
do evento publicará nos anais os resumos completos que seguirem as normas requeridas.
Os autores dos melhores trabalhos serão convidados a elaborar o artigo completo
para publicação no Boletim Amazônico de Geografia e/ou na Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Pará.
PÚBLICO:
O evento destina-se a profissionais, alunos de pós-graduação e de graduação dos cursos de geografia e áreas afins que tenham interesse em discutir sobre a geografia paraense. Serão inscritos 80 (oitenta) participantes.
PROGRAMAÇÃO DAS ATIVIDADES:
Dia: 06/07/2016 (Quarta)
Manhã:
08:00 às 09:00 - Credenciamento
09:20
às 11:00
- Conferência de Abertura: “Territorialidades
e Impactos da Mineração”
Prof.
Dr. Maria Célia Coelho (PPGEO/UFRJ)
-
Prof. Dr. João Marcio Palheta (Mediador)
11:30 - Homenagens do GAPTA
12:00
às 14:00 - Intervalo para o Almoço
Tarde:
Mesas redondas
14:00
às 16:00
- “Grandes Projetos e Impactos Territoriais”.
- Prof. Dr. João Marcio Palheta (PPGEO/UFPA)
- Prof. Dr. José Antônio Herrera (UFPA Altamira)
- Doutorando Jondison Rodrigues (NAEA/UFPA)
- Mestranda Glaucia Medeiros (Mediadora)
16:00
às 16:30 - Intervalo
16:30 às 18:30 - “Amazônia Paraense: territorialidades, desenvolvimento e identidade cultural”.
- Dr. Prof. Ricardo Ângelo Lima (PMDR/UNIFAP)
- Prof. Dr. Gilberto de Miranda Rocha (PPGEO-PPGEDAM/UFPA)
- Prof. Dr. Gilberto de Miranda Rocha (PPGEO-PPGEDAM/UFPA)
- Prof. Dr. Jovenildo Rodrigues (PPGEO/UFPA)
- Prof. Dr. João Marcio Palheta (Mediador)
Dia: 07/07/2016 (Quinta)
Manhã:
Mesas redondas
08:00 às 10:00 - “Socioterritorialidades e Uso dos Recursos
Naturais por Comunidades Amazônidas”.
- Prof. Dr. Luis Otávio do Canto Lopes (PPGEDAM/UFPA)
- Profª. Me. Gracilene Castro (SEDUC/GAPTA)
- Profª. Me. Gracilene Castro (SEDUC/GAPTA)
-
Prof. Me. Rosemildo Lima (ETRB/GAPTA)
- Prof. Dr. Christian Nunes (Mediador)
10:00
às 10:30 - Intervalo
10:30 às 12:30 - “Representação Espacial e Territorialidades”.
- Prof. Dr. Christian Nunes da Silva (PPGEO/UFPA)
- Prof. Me. Carlos Jorge Castro (UEPA)
- Prof. Me. Carlos Jorge Castro (UEPA)
-
Prof. Me. Wellington Alvarez (UFPA Altamira)
- Mestrando Odair Aragão Alves(Mediador)
12:00
às 14:00 - Intervalo para o Almoço
Tarde:
14:00 às 18:00 – Comunicações
Livres: Apresentação Oral de Trabalhos
Dia: 08/07/2016 (Sexta)
Manhã:
Mesas redondas
08:00 às 10:00 - “Território, Segurança Pública e
Criminalidade”.
- Prof. Dr. Clay Chagas (PPGEO/UFPA)
- Prof. Doutorando João Garcia (NAEA/UFPA)
- Prof. Doutorando João Garcia (NAEA/UFPA)
-
Mestranda Marcele Silva (PPGEO/UFPA)
-
Mestranda Lorena Santana (Mediadora)
10:00
às 10:30 - Intervalo
10:30 às 12:30 - “Geografia Agrária e Dinâmicas Socioterritoriais
no Campo”.
-
Profª. Drª. Indira Marques (PPGEO/UFPA)
- Prof. Dr. João Nahum (PPGEO/UFPA)
- Prof. Doutorando Adolfo Costa Oliveira (FGC/UFPA)
- Prof. Doutorando Adolfo Costa Oliveira (FGC/UFPA)
-
Prof. Me. Milvio Ribeiro (Mediador)
12:00
às 14:00 - Intervalo para o Almoço
Tarde:
14:00 às 18:00 – Comunicações
Livres: Apresentação Oral de Trabalhos
Noite:
18:30 às 20:30 – Lançamento de
Livros do GAPTA.
APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS:
APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS:
Serão aceitos, para apresentação oral e publicação
nos anais do evento, trabalhos resultantes de pesquisas sobre o espaço
geográfico amazônico que sigam os seguintes critérios:
Formato
(Resumo Expandido):
- Mínimo de 6 e máximo de 10 páginas;
- Estrutura de Artigo Científico (Título, Autor,
Minicurriculo, Resumo (Português-Inglês), Palavras-chave (Português-Inglês), Introdução,
Objetivos, Procedimentos Metodológicos, Resultados, Considerações Finais,
Referências Bibliográficas);
- Fonte Times New Roman, Tamanho 12, Espaço entre
linhas 1.5. Margens 2 cm.
- Normas da ABNT (6023/2002).
OBS-1: Serão aceitos somente os trabalhos que seguirem as normas do evento.
INSCRIÇÃO
Os participantes deverão preencher a ficha de cadastro do evento:
INSCRIÇÕES ENCERRADAS
Os participantes deverão preencher a ficha de cadastro do evento:
INSCRIÇÕES ENCERRADAS
Nome:
|
Email/Celular:
|
Instituição:
|
Curso:
|
Investimento*:
( ) Profissional ou Aluno de Pós-Graduação (60,00
R$)
( ) Aluno de Graduação (40,00 R$)
* Valores até 31/05/2016. No dia do evento a inscrição terá um acréscimo de 20%. |
As inscrições serão realizadas via internet. O valor da inscrição deverá ser depositado na conta:
Banco do Brasil
Agência: 0558-4
Nº. Conte Corrente: 19.328-3
Em nome de Christian Nunes da Silva
O comprovante de depósito e a ficha de cadastro preenchida pelo participante deverão ser enviadas por email (gaptaufpa@gmail.com) para confirmação da inscrição e para confecção dos certificados.
O comprovante de depósito e a ficha de cadastro preenchida pelo participante deverão ser enviadas por email (gaptaufpa@gmail.com) para confirmação da inscrição e para confecção dos certificados.
LOCAL: Auditório
do Centro de Excelência em Eficiência Energética da Amazônia (CEAMAZON), End.: Parque
de Ciência e Tecnologia do Guamá - Avenida Perimetral 2651, Prédio 01, Belém (PA.)
REALIZAÇÃO:
GRUPO
ACADÊMICO PRODUÇÃO DO TERRITÓRIO E MEIO AMBIENTE NA AMAZÔNIA
COMISSÃO
ORGANIZADORA:
Christian Nunes, João Marcio Palheta, Ricardo Ângelo Lima, Clay
Anderson Chagas, Adolfo Costa, Glaucia Medeiros, Geovani Farias, Odair Alves, Joandreson Barra, Hugo Pinon, Thiago Vilhena, Elias Silva, Andressa
Kzan.
APOIO
E PATROCÍNIO:
-
Universidade Federal do Pará
-
Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGEO/UFPA)
- Programa de Pós-Graduação em Gestão dos Recursos Naturais e Desenvolvimento Local na Amazônia (PPGEDAM/UFPA)
- Programa de Pós-Graduação em Mestrado em Desenvolvimento Regional (PPGMDR/UNIFAP)
- Programa de Pós-Graduação em Gestão dos Recursos Naturais e Desenvolvimento Local na Amazônia (PPGEDAM/UFPA)
- Programa de Pós-Graduação em Mestrado em Desenvolvimento Regional (PPGMDR/UNIFAP)
-
Faculdade de Geografia e Cartografia (FGC/UFPA)
-
Instituto Histórico e Geográfico do Pará (IHGP)
-
Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB/Seção Belém)
Contatos e Informações:
Universidade
Federal do Pará
Instituto
de Filosofia e Ciências Humanas
Faculdade
de Geografia e Cartografia
(SALA
DO GAPTA/UFPA)
Avenida Augusto
Corrêa n.01- Campus Básico
Cep: 66.075-110
Tel: (55) (91) 3201-8194
E-mail: gaptaufpa@gmail.com
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14:05
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quarta-feira, 25 de março de 2015
Artigo internacional publicado no Journals Modern Economy

Modern Economy, 2014, 5, 1053-1063 Published Online October 2014 in SciRes.
DOI: 10.4236/me.2014.511097
Em outubro de 2014 foi publicado no Journals Modern Economy, o artigo internacional:
Territorial Planning in the Amazonian Mining Towns of the State of Para (Brazil)
Planejamento Territorial na Amazônia Mineração em Municípios do Estado do Pará (Brasil)
Resumo
Os territórios explorados por grandes projetos de mineração da Amazônia no Pará, região Norte do Brasil, causaram impactos socioeconômicos de diferentes complexidades, debatendo sobre o papel da mineração como uma ferramenta para o planejamento territorial nas cidades-sede que abrigam grandes projetos de mineração, criando dinâmicas econômicas e sociais, fazendo com que o efeito multiplicador de grandes projetos de mineração sejam um indicador de desenvolvimento local da economia mineral nos municípios de Pará.
O principal objetivo deste artigo é apresentar os principais impactos causados pelas atividades de mineração nos municípios do Pará. Um documentário e análise bibliográfica foram necessários para a elaboração textual, além de pesquisa de campo na área de estudo. Podemos observar que a mineração é uma importante atividade produtiva, mas tem causado mudanças significativas no território do Pará, bem como na economia e no meio ambiente, e no modo de vida das populações locais.
Palavras-chave
Mineração, território, Carajás, Amazônia
http://www.scirp.org/journal/PaperDownload.aspx?paperID=50579
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17:31
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terça-feira, 3 de junho de 2014
FERRAMENTAS APLICADAS NO ENSINO DE CARTOGRAFIA: O ATLAS GEOGRÁFICO DIGITAL, O WEBGIS E OS JOGOS DIGITAIS INTERATIVOS (Christian Nunes da Silva)
Este artigo foi publicado no ano de 2013, na revista "GEOSABERES - Revista de Estudos Geoeducacionais", e tem como objetivo analisar e discutir sobre alguns Objetos de Aprendizagem (atlas geográfico digital, webgis
e jogos digitais Interativos) (CASTELLAR; SACRAMENTO; MUNHOZ, 2011) que
podem ser utilizados por educadores em sala de aula, como recurso no
processo de ensino-aprendizado de cartografia, nos ensinos fundamental e
médio. Essa discussão surgiu a partir da análise realizada por alunos
da graduação do curso de Geografia da UFPA, durante a disciplina Introdução ao Ensino de Cartografia, nos anos de 2011 e 2012, onde
foi observado que essas ferramentas ainda não são utilizadas em todo
seu potencial pelos educadores de Geografia. Nesse sentido, propõem-se
uma breve discussão, a partir da análise de alguns exemplos
selecionados, sobre como essas tecnologias podem tornar-se recursos de
fundamental importância para o ensino de Cartografia e Geografia, e como
devem ser utilizados e aplicados em sala de aula pelos educadores de
forma crítica, permitindo aos alunos uma aprendizagem adequada do espaço
geográfico. Leia Mais...
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16:27
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
PROCURANDO O MAPA PERFEITO*
Saudações a todos... Neste post vamos realizar uma breve discussão
sobre a “perfeição” nos mapas que produzimos. Esse debate surgiu em uma aula de
cartografia, onde percebemos as dificuldades de ter um produto cartográfico perfeito
que, apesar dos avanços das tecnologias disponíveis, devem ser idealizados
segundo a necessidade de representação do usuário, informações do tema tratado
e das influencias que o elaborador sofre em seu cotidiano.
Assim, é importante que antes de
elaborarmos um mapa – ou outra representação espacial, devemos saber qual será
o uso para este produto e quais os indivíduos que utilizarão o produto
cartográfico criado. As possibilidades são grandes: monitoramento ambiental,
segurança pública, transportes, manejo de recursos naturais, análises espaciais
urbanas, etc. Com a utilização do mapa, o elaborador
expressa, por meio de técnicas de desenho e um conhecimento das geometrias dos
lugares, a representação dos objetos e fenômenos que se apresentam no espaço geográfico,
que se dá de acordo com uma escala de trabalho, isto é, conforme um determinado
“lugar” de onde se vê o fenômeno.
Todos os
produtos cartográficos (croquis, globos, mapas, cartas, maquetes,
plantas, imagens, etc...) nada mais são
do que uma generalização, redução e simplificação da
realidade, que tentam
representar graficamente e simbolicamente o espaço real que se conhece ou que se tem a pretensão de explorar.
Saber se localizar e transmitir com precisão sua própria localização em formato
de mapas é uma das características da comunicação cartográfica que só os seres
humanos possuem. Essa forma de comunicação é universal para os seres
humanos,
onde o leitor do mapa, independente do idioma ou país,
reconhecerá as formas dos rios, estradas, cidades e outros objetos, de acordo
com as percepções comuns que todos têm da superfície terrestre, assim sendo, de acordo com as formas, cores, texturas, orientações, que foram
criadas por
meio da padronização dos símbolos que simulam o
que vemos no espaço geográfico.
Antes de mais nada, os mapas elaborados devem
possuir informações mínimas dos objetos ou
fenômenos que são representados, devem responder questões básicas para o leitor
(O que? Onde? e Quando?), de
forma que se tornem auto-explicativos,
pois tratam-se de publicações independentes, ou que são direcionados ao
entendimento de uma temática principal, que facilita sua leitura. Porém, desde
antes de começar a elaborar um mapa é importante sabermos que, na cartografia,
não existe um mapa perfeito, pois a representação do real nunca será completa,
já que depende do conhecimento aprofundado de um lugar, que é visto de
diferentes maneiras por seus usuários e quanto mais informações colocarmos no
mapa, tentando abarcar toda a complexidade do real, mais estaremos “poluindo-o”,
de tal forma que ficará ilegível pelo acúmulo de informações e simbolização excessiva.
Nesse
sentido, como o espaço geográfico é dinamico e não estático, o mapa sempre
estará desatualizado, a partir de sua impressão, pois novos fenômenos, objetos,
percepções e entendimentos surgem de acordo com o ponto de vista do usuário e
de seu relacionamento com a paisagem cartografada. Assim, na análise de um mapa
sempre notaremos ausências ou imprecisões quanto aos elementos principais,
mais precisamente, problemas na: escala, orientação, projeção, fonte, legenda,
título, no “corpo do mapa”, ou em outros elementos; pois a própria curvatura da
Terra nos direciona a erros na localização de lugares ou na apresentação
simbólica dos objetos e fenômenos, que não seguem perfeitamente as
normatizações que as técnicas cartográficas sugerem, o que pode contribuir
para a apreensão incorreta das representações do espaço geográfico pelos
alunos/leitores/usuários.
A complexidade, ou facilidade, que
o mapa terá dependerá, principalmente, de algumas especificidades:
1) Do nível cognitivo ou da formação escolar do usuário: isto é, da
especialidade de cada mapeador saber distinguir o mapa produzido. Desse modo,
um biólogo entenderá o mapa diferente do que um geólogo, geógrafo, engenheiro e
assim por diante. A (multi, inter, trans) disciplinariedade dos mapas refletem
o conhecimento de seu elaborador. Assim, quanto mais “treinada” a visão do
mapeador/elaborador de mapas, mais complexo será o produto cartográfico
produzido e vice-versa, daí teremos mapas simples e complexos para públicos
diferenciados;
2) Das instituições, organizações e ideologias do elaborador: De
alguma forma, direta ou não, todos os indivíduos estão vinculados a
instituições/organizações políticas e ideológicas, que influenciam em suas
práticas e, consequentemente, repercutem nos produtos e/ou atividades
realizadas. O elaborador do mapa deve cultivar a prática da imparcialidade,
para que seus mapas não sejam tendenciosos e partidários, mas que estimulem o
sentido crítico de seus leitores na busca por um entendimento próprio dos
fenômenos;
3) Das ferramentas (geo)tecnológicas (softwares e hardwares)
disponíveis para a elaboração do mapa: É necessário enfatizar que existem diversos programas e equipamentos direcionados
à elaboração e disseminação dos mapas. Se antes o usuário necessitava do estudo
de campo para compreender o fenômeno estudado, nos dias de hoje as imagens de
sensores remotos nos dão a capacidade de perceber objetos no espaço geográfico
sem sairmos do laboratório, bastando somente a capacitação técnica para a
manipulação das tecnologias. A precisão e a melhoria nas resoluções
(radiométrica, temporal, espectral e espacial) possíveis pelo avanço da
informática dos últimos anos e também da aeronáutica (com os satélites, aviões
e os VANT**), tornaram-se aliados significativos
que foram incorporados aos conhecimentos já produzidos pelas chamadas
geotecnologias mais antigas (bússola, astrolábio, etc) e que vem influenciando diretamente
na qualidade dos mapas produzidos e nas formações dos profissionais que trabalham
na área (geo)cartográfica;
4) Do fenômeno ou objeto que está sendo representado: Um mapa ideal
(e não perfeito) será reflexo da quantidade de informações já colecionadas
sobre uma temática de análise. Dessa forma, quanto mais conhecemos um
determinado tema, mais poderemos encontrar novas aplicações para o conhecimento
reunido, isto é, se pouco se conhece sobre um determinado assunto mais limitada
será a produção cartográfica sobre esse assunto. Quando escolhemos temáticas
que já são conhecidas pela comunidade científica, por exemplo, torna-se
simplificado o cruzamento de informações diversas, para a construção de novos
conhecimentos, em que a formação do elaborador terá influencia direta na
complexidade do produto criado;
5) Da capacidade de leitura e entendimento dos usuários: Os mapas
elaborados não são feitos para o elaborador/mapeador ler, mas sim para um
público-alvo de usuários, que tem necessidades especificas, estes últimos devem
estar preparados para ler os mapas disponíveis, segundo o seu nível cognitivo
(idade, grau de escolaridade, experiência de vida, etc), pois, dependendo da
complexidade o mapa pode não atender as necessidades daqueles para o qual foi
feito, ou pode ser simples demais para um leitor melhor preparado. É importante
enfatizar que o avanço tecnológico por qual passa a cartografia – e outras
ciências, não deve enfraquecer a análise crítica contida nos mapas, pois as
chamadas geotecnologias – tecnologias de processamento computacional da
informação espacial, tem a facilidade de produzir mapas de maneira mecânica,
sem a análise crítica de seu formulador e/ou leitor.
Essas cinco características são
fundamentais para que o mapa seja ideal ou adequado para um determinado uso. A
perfeição não cabe ao elaborador de mapas, pois a realidade e seus atributos são
muito maiores do que se pode colocar em uma folha de papel ou tela de
computador. Ao mapeador resta a busca constante por um produto “mais bonito”,
preciso e que agregue mais conhecimento, assim como a cartografia deve ser
entendida, como arte, técnica e ciência.
Espero ter contribuído na leitura
e entendimento dos mapas com este post. Desejo
a todos boa sorte na busca do “mapa
perfeito”, mesmo sabendo que jamais representaremos fielmente em um mapa tudo o
que vemos na realidade.
De: Christian Nunes da Silva
* Para
melhor entendimento falaremos genericamente do “mapa” como representante de uma
vasta gama de possibilidades de representação espacial e de produtos cartográficos,
como o globo, maquete, planta, carta, imagem de sensores, modelos digitais,
etc.
** VANT –
Veiculo Aéreo Não Tripulado.
Postado por
Grupo Acadêmico Produção do Território e Meio Ambiente na Amazônia - GAPTA
às
16:04
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